Portal Tupanatinga

Postagem em destaque

sábado, 31 de maio de 2014

ACERVO HISTÓRICO DA POLITICA DE TUPANATINGA

PREFEITO JAIME MELO GALVÃO E O SEU PRIMO VALTER MACHADO DURANTE DISTRIBUIÇÃO  DE ALIMENTOS NO ANTIGO POSTO DE DE SAÚDE MUNICIPAL.

 Valter Machado e Jaime de Melo Galvão(anos 70)
Acervo de Edileuza Sousa
O Local atualmente reformado e ampliado funciona a Secretaria Municipal de Educação e o posto de Saúde funciona atualmente  na Maternidade Santa Clara, na Rua Alto de São Felix.
por Edimilson

sexta-feira, 30 de maio de 2014

A IGREJA ASSEMBLÉIA DE DEUS DE TUPANATINGA INAUGURA NOVO TEMPLO

Publico aguarda com muita expectativa
A Assembleia de Deus de Tupanatinga inaugurou o templo com a presença de autoridades evangélicas e alguns representantes políticos que juntos com a comunidade evangélica e não evangélica aguardavam com muita expectativa o iniciou da cerimônia de inauguração. O templo então ficou lotado.
O Templo da Igreja é localizado na Rua Santos Dumont, no centro da Cidade. A igreja Evangélica da Assembleia de Deus é uma das Igrejas, mas antiga de Tupanatinga com quase oitenta anos de fundação. Com a reforma o templo ficou mais amplo, bonito e moderno, seguindo o mesmo padrão dos demais da  Assembleia de Deus em todo o País.

            A Cerimonia foi realizada pelo Pastor Local, Jose Domingo e teve a participação do Pr. Ailton Alves, presidente da IEADPE  e CONADEPE. Também fizeram presentes Pastores  da  Região: Itaiba, Buique, Pedra, etc. 



representantes políticos também marcaram presença no Evento




Presença Importante do Pr. Edson




Laira  e o Coral da Igreja, abrilhantaram a cerimônia.


Srª Tatiane e sua grande família  de ilustres personalidades

O Templo lotou para prestigiar o grande evento evangélico
Por Edimilson
Foto:

O SESC PERNAMBUCO REALIZA II EDIÇÃO DO DIA DO DESAFIO EM TUPANATINGA

O SESC realiza  seu 20º ano do dia do desafiou para que  seja um dia especial  para promover a pratica de atividades físicas em prol  da saúde e do bem estar. Esta é  a oitava vez que Pernambuco participa.
 Aqui em Tupanatinga O SESC realiza pelo segundo ano consecutivo e tem apoio da Prefeitura Municipal, através das secretárias municipais, diretores das escolas, professores e alunos e demais comunidade.
A maratona aconteceu nos dias 27 e 28 e toda cidade mobilizou-se. Escola Estadual Jose Emilio, e as Escolas Eva Cordeiro, Dr. Manoel Borba e as demais escolas da rede Municipal, inclusive zona rural participaram deste dia mundial em prol da saúde, com a utilização das praticas esportivas. Além do recinto escolar a mobilização estendeu-se pelas ruas e concentração deu-se na Praça Cel Jose Emilio de Melo. 
Escola Municipal da Zona Rural participando do evento
Escola Municipal  Eva Cordeiro


Escola Estadual de Referencia José Emilio de Melo


Pátio da Escola ERJEM

Praça Cel Jose Emilio de Melo






sábado, 24 de maio de 2014

A LOJA MAÇÔNICA ACÁCIA DO AGRESTA ESTÁ EM FESTA

A Loja Maçônica  Acácia do Agreste, estará reunida   hoje, a partir  dás 19 horas com a família maçônica e autoridades maçônicas e da comunidade para   juntos comemorar  aniversário de bodas de prata.

 A Solenidade será presidida, além do seu Venerável de oficio, Jaílson de Oliveira, pelo ilustre convidado o Grão Mestre do Oriente Independente  de Pernambuco, Sr. Antônio do Carmo Ferreira, o qual  deixará uma grande mensagem para todos presentes sobre ;"MAÇONARIA, FAMÍLIA E EDUCAÇÃO.

A Solenidade acontecerá no prédio sede da loja e em seguida os convidados seguirão para o Ginásio de Esporte, no bairro novo Horizonte.  

A Loja Maçônica Acácia do Agreste, foi inaugurada em maio de 1989, tendo como seu primeiro Venerável, Sr. Cláudio Soares, na época Gerente do Banco do Brasil. Desde sua criação, mesmo diante  de  momentos difíceis, seus trabalhos nunca foram interrompidos, atualmente a loja tem renovado seu quadro  de obreiros com o objetivo de  cada vez mais intensificar sua ações e ser uma instituição cada vez mais identificada com seus reais objetivos . 

Para o  Venerável Jaílson de Oliveira, o grande desafio da loja hoje  é buscar ser dentro da sociedade um grande parceiro do bem que contribua com ações de cidadania fortalecendo a comunidade como um todo. 

Cada vez mais cresce a necessidade da importância do exercício  social não somente através  instituições mas sobretudo por todos os cidadãos.

"A maçonaria é uma instituição sem fins lucrativos que visa a construção Social de uma sociedade fraternal, igualitária e liberal."

Por edimilson.   


Hasteamento  da Bandeira
Maçons e Domolay - distribuição de presentes a crianças do Bairro Pe Holando.
Discursos dos Veneráveis saudando ao dia da independência - todas  manhãs dos dias 07 de setembro ás 9 horas 




Capitulo Demolay


Representação das lojas maçônicas da região em nossos Trabalhos



quarta-feira, 30 de abril de 2014

PROFESSOR DESISTE DA PROFISSÃO

Hoje, o meu dia mais triste: desisti de ser professor do Estado"

“Meus alunos me surpreenderam no dia mais triste de minha vida como professor, eles choraram a minha desistência: ‘professor, não nos abandone!’”

professor minas gerais
Hoje tive o dia mais triste como professor. Não estou me referindo a nenhuma indisciplina ou necessariamente a baixo rendimento escolar de meus alunos.
SOLICITEI A MINHA DISPENSA NA REDE PÚBLICA ESTADUAL DE MINAS GERAIS e fui surpreendido pelos meus alunos.
Como sou muito exigente, muitas vezes coloco fardos pesados sobre meus alunos. Acreditava que a minha saída na transição dos bimestres seria encarada apenas como mais uma das tantas mudanças corriqueiras que ocorrem na Escola.
Estava enganado. Fui surpreendido pelo choro mais desolador que já vi em toda a minha vida. Minha maior tristeza foi pensar que eu poderia ser responsável por esse choro.
amais pensei que meus ALUNOS DA REDE PÚBLICA ESTADUAL DE MINAS GERAIS fossem chorar por minha saída.
Preocupado com o que eu diria para eles como motivo, preferi a verdade. ESTOU SAINDO PORQUE NÃO CONSIGO ME SUSTENTAR NA REDE PÚBLICA ESTADUAL DE MINAS GERAIS. Como são crianças, muitas não entenderam o que eu queria dizer e me responderam novamente com o choro mais desolador que já vi ou causei em toda a
minha vida.
“PROFESSOR NÃO NOS ABANDONE”!
A criança não entende a opção que nós professores fazemos quando abandonamos a sala de aula. Uma de minhas alunas gritou: “Vou me mudar para a escola onde o senhor vai continuar como professor”. Nessa hora engasguei o choro e me perguntei como poderia ser isso? Se a maioria de nós no Brasil e na REDE PÚBLICA ESTADUAL DE MINAS GERAIS não dispomos de recursos para bancar o ensino privado.

LIVRO DA FILOSOFA MARILENE CHAUÍ FALA SOBRE OS MALES DA CLASSE MÉDIA

DESENVOLVIMENTO BRASILEIRO17/MAY/2013 ÀS 15:11
75
COMENTÁRIOS

Marilena Chauí: classe média é violenta, fascista e ignorante

Marilena Chauí falou sobre o ProUni para explicitar o racismo que emergiu com força na sociedade, a partir do momento em que as salas de aula do ensino superior ficaram cheias de pobres e negros

professora marilena chauí classe média
Professora Marilena Chauí (Foto: Divulgação)
O ineditismo de medidas governamentais e seus resultados surpreendentes estão sendo analisados durante o lançamento do livro 10 anos de governos pós-neoliberais no Brasil: Lula e Dilma. O primeiro deles ocorreu no último dia 13, em São Paulo, e contou com presença de Emir Sader, Márcio Pochmann e Marilena Chauí.
Sem as sutilezas filosóficas das aulas emocionantes que costuma dar em eventos desse tipo, ela foi direto ao assunto. Chauí falou sobre o Bolsa Família para exemplificar a “revolução feminista” que vem ocorrendo no país, ao direcionar o recurso para a mulher, e depois o exemplo do ProUni, para explicitar o racismo que emergiu com força na sociedade, ao encher as salas de aula do ensino superior de pobres e negros.
Leia também
Por fim, fez duras críticas à classe média: “a classe média é uma abominação política, porque é fascista, é uma abominação ética porque é violenta, e é uma abominação cognitiva porque é ignorante. Fim”, concluiu ovacionada.

O RACISMO E O PRECONCEITO DEVEM SER IGNORADOS



Contra o racismo nada de bananas, nada de macacos, por favor!



NeyAFRICA
À esquerda, foto de Neymar em apoio a Daniel Alves; À direita foto de Ota Benga, Zoológico do Bronx, Nova York, em 1906.



A foto da esquerda todo mundo viu. É o craque Neymar com seu filho no colo e duas bananas, em apoio a Daniel Alves e em repulsa ao racismo no mundo do futebol.
Já a foto à direita, é do pigmeu Ota Benga, que ficou em exibição junto a macacos no zoológico do Bronx, Nova York, em 1906. Ota foi levado do Congo para Nova York e sua exibição em um zoológico americano serviu como um exemplo do que os cientistas da época proclamaram ser uma raça evolucionária inferior ao ser humano. A história de Ota serviu para inflamar crenças sobre a supremacia racial ariana defendida por Hitler. Sua história é contada no documentário “The Human Zoo”.
A comparação entre negros e macacos é racista em sua essência. No entanto muitos não compreendem a gravidade da utilização da figura do macaco como uma ofensa, um insulto aos negros.
Encontrei essa forte história num artigo sensacional que li dia desses, e que também trazia reflexões de James Bradley, professor de História da Medicina na Universidade de Melbourne, na Austrália. Ele escreveu um texto com o título “O macaco como insulto: uma curta história de uma ideia racista”. Termina o artigo dizendo que “O sistema educacional não faz o suficiente para nos educar sobre a ciência ou a história do ser humano, porque se o fizesse, nós viveríamos o desaparecimento do uso do macaco como insulto.”
Não, querido Neymar. Não somos todos macacos. Ao menos não para efeito de fazer uso dessa expressão ou ideia como ferramenta de combate ao racismo.
Mas é bom separar: Uma coisa é a reação de Daniel Alves ao comer a banana jogada ao campo, num evidente e corriqueiro ato racista por parte da torcida; outra coisa é a campanha de apoio a Daniel e de denúncia ao racismo, promovida por Neymar.
No Brasil, a maioria dos jogadores de futebol advém de camadas mais pobres. Embora isso esteja mudando – porque o futebol mudou, ainda é assim. Dentre esses, a maioria dos que atingem grande sucesso são negros. Por buscarem o sonho de vencer na carreira desde cedo, pouco estudam. Os “fora de série” são descobertos cada vez mais cedo e depois de alçados à condição de estrelas vivem um mundo à parte, numa bolha. Poucos foram ou são aqueles que conseguem combinar genialidade esportiva e alguma coisa na cabeça. E quando o assunto é racismo, a tendência é piorar.
E Daniel comeu a banana! Ironia? Forma de protesto? Inteligência? Ora, ele mesmo respondeu na entrevista seguida ao jogo:
“Tem que ser assim! Não vamos mudar. Há 11 anos convivo com a mesma coisa na Espanha. Temos que rir desses retardados.”
É uma postura. Não há o que interpretar. Ele elaborou uma reação objetiva ao racismo: Vamos ignorar e rir!
Há um provérbio africano que diz: “Cada um vê o sol do meio dia a partir da janela de sua casa”. Do lugar de onde Daniel fala, do estrelato esportivo, dos ganhos milionários, da vida feita na Europa, da titularidade na seleção brasileira de futebol, para ele, isso é o melhor – e mais confortável, a se fazer: ignorar e rir. Vamos fazer piada! Vamos olhar para esses idiotas racistas e dizer: sou rico, seu babaca! Sou famoso! Tenho 5 Ferraris, idiota! Pode jogar bananas à vontade!
O racismo os incomoda. E os atinge. Mas de que maneira? Afinal, são ricos! E há quem diga que “enriqueceu, tá resolvido” ou que “problema é de classe”! O elemento econômico suaviza o efeito do racismo, mas não o anula. Nesse sentido, os racistas e as bananas prestam um serviço: Lembram a esses meninos que eles são negros e que o dinheiro e a fama não os tornam brancos!
Daniel Alves, Neymar, Dante, Balotelli e outros tantos jogadores de alto nível e salários pouca chance terão de ser confundidos com um assaltante e de ficar presos alguns dias como no caso do ator Vinícius; pouco provavelmente serão desaparecidos, depois de torturados e mortos, como foi Amarildo; nada indica que possam ter seus corpos arrastados por um carro da polícia como foi Cláudia ou ainda, não terão que correr da polícia e acabar sem vida com seus corpos jogados em uma creche qualquer. Apesar das bananas, dificilmente serão tratados como animais, ao buscarem vida digna como refugiados em algum país cordial, de franca democracia racial, assim como as centenas de Haitianos o fazem no Acre e em São Paulo.
O racismo não os atinge dessa maneira. Mas os atinge. E sua reação é proporcional. Cabe a nós dizer que sua reação não nos serve! Não será possível para nós, negras e negros brasileiros e de todo o mundo, que não tivemos o talento (ou sorte?) para o  estrelato, comer a banana de dinamite, ou chupar as balas dos fuzis, ou descascar a bainha das facas. Cabe a nós parafrasear Daniel, na invertida: “Não tem que ser assim! Nós precisamos mudar! Convivemos há 500 anos com a mesma coisa no Brasil. Temos que acabar com esses racistas retardados, especialmente os de farda e gravata”.
Quanto a Neymar, ele é bom de bola. E como quase todo gênio da bola, superacumula inteligência na ponta dos pés. Pousa com seu filho louro, sem saber que por ser louro, mesmo que se pendure num cacho de bananas, jamais será chamado de macaco. A ofensa, nesse caso, não fará sentido. Mas pensemos: sua maneira de rechaçar o racismo foi uma jogada de marketing ou apenas boa vontade? Seja o que for, não nos serve.
Sou negro, nascido em um país onde a violência e a pobreza são pressupostos para a vida da maior parte da população, que é negra. Querido Neymar – mas não: Luciano Hulk, Angélica, Reinaldo Azevedo, Aécio Neves, Dilma Rousseff, artistas e a imprensa que, de maneira geral, exaltou o “devorar da banana” e agora compartilham fotos empunhando a saborosa fruta, neste país, assim como em todo o mundo, a comparação de uma pessoa negra a um macaco é algo culturalmente ofensivo.
Eu como negro, não admito. Banana não é arma e tampouco serve como símbolo de luta contra o racismo. Ao contrário, o reafirma na medida em que relaciona o alvo a um macaco e principalmente na medida em que simplifica, desqualifica e pior, humoriza o debate sobre racismo no Brasil e no mundo.
O racismo é algo muito sério. Vivemos no Brasil uma escalada assombrosa da violência racista. Esse tipo de postura e reação despolitizadas e alienantes de esportistas, artistas, formadores de opinião e governantes tem um objetivo certo: escamotear seu real significado do racismo que gera desde bananas em campo de futebol até o genocídio negro que continua em todo o mundo.
Eu adoro banana. Aqui em casa nunca falta. E acho os macacos bichos incríveis, inteligentes e fortes. Adoro o filme Planeta dos Macacos e sempre que assisto, especialmente o primeiro, imagino o quanto os seres humanos merecem castigo parecido. Viemos deles e a história da evolução da espécie é linda. Mas se é para associar a origens, por que não dizer que #SomosTodosNegros ? Porque não dizer #SomosTodosDeÁfrica ? Porque não lembrar que é de África que viemos, todos e de todas as cores? E que por isso o racismo, em todas as suas formas, é uma estupidez incompatível com a própria evolução humana? E, se somos, por que nos tratamos assim?
Mas não. E seguem vocês, “olhando pra cá, curiosos, é lógico. Não, não é não, não é o zoológico”.
Portanto, nada de bananas, nada de macacos, por favor!