Há anos,
o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) vem oportunizando o ingresso de vários
jovens no Ensino Superior, com aplicações de provas totalmente condizentes ao
perfil de seus candidatos. Em nossa cidade, a repercussão do ENEM gerou certa
euforia mental aos que tentam ingressar em uma faculdade, e certo ar de
aventura àqueles jovens recém-chegados, que fazem por experiência. O fato é
que, atualmente existem vários mecanismos para alcançar os sonhos, basta apenas
que cada um tome sua atitude. Com base nesse contexto, temos aqui
exemplificando, a redação da ex-estudante da Escola Estadual - de Referencia em
Ensino Médio- José Emílio de Melo, Juliana Maria dos Santos.
JPT: Quais seus argumentos com relação ao ENEM?
Juliana Maria: Bem, já havia me inscrito outras vezes no
ENEM, porém neste ano, acredito que foi mais calmo por não ter exigido tanto de
mim. Ao escrever esta redação eu não esperava surpreender sequer a mim, o tema
proposto foi inesperado visto que, nas estimativas de temas não se havia nem o
olhar voltado a esse assunto, mesmo assim, acredito que milhões de brasileiros tenham
superado seus limites e mandado bem no ENEM. Não estou me garantindo muito, porém
temos de confiar em nossas competências.
TEMA DA REDAÇÃÕ DO ENEM 2014: “Publicidade infantil em questão no
Brasil”
ENEM
2014
No
Brasil e em várias partes do mundo, a publicidade de artigos infantis com
propagandas manipuladoras são alastrantes, o que gera a preocupação de quem
mais sofre com o problema: os pais. Com o avanço do capitalismo, a busca
incessante pelo lucro com produtos e serviços impacta indiretamente a educação
financeira de seu público alvo por desconsiderar suas reais necessidades.
À
medida que uma empresa aumenta as vendas, a busca pelo lucro fomenta ainda mais
o marketing em razão do capitalismo. Dessa maneira, ocorre uma verdadeira
disputa em busca de artigos que atraiam essas crianças a desejarem o que a
referida empresa oferece.
Entretanto,
essa realidade deve levar os pais a nortearem os filhos, visto que,
encontram-se em processo de formação psíquica, estabelecendo normas defensoras
de que as compras devem atender às necessidades e não à desejos fantasiosos
alimentados por propagandas ilusórias da ficção infantil.
Assim,
surge a necessidade da criação de leis que restrinjam o uso fantasioso de
propagandas comerciais infantis, bem como da adequação na educação financeira
nas escolas, sendo de fundamental importância que família e sociedade
contribuam nesse processo educativo. Dessa maneira, estaremos formando adultos
que priorizam o necessário e abandonam o supérfluo. Em efeito, as empresas que
praticam esse ato abusivo, reverterão suas técnicas norteando propagandear em
razão do consumidor.
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