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quinta-feira, 18 de junho de 2020
Representantes da Junina Flor de Chita estão participando de concurso online
por Samara Florêncio
Com o avanço do Coronavírus pelo Brasil, o artifício da internet é a saída usada para a realização de várias atividades, que são efetuadas de forma online.
Andreza Braz e Alexandre Paz, coordenadores da Quadrilha Junina Flor de Chita da cidade de Tupanatinga-PE, estão participando de um concurso de quadrilhas realizado pela Liquajus-PE,uma associação de quadrilhas sertanejas de Pernambuco.
Além de promover apresentações de quadrilheiros, uma vez que esse ano não haverá o tão aguardado São João, outro objetivo do evento é reunir forças, e trazer visibilidade às quadrilhas, ressaltando belezas e a cultura do Sertão.
O ambiente virtual será utilizado para a divulgação dos vídeos de cada participante. Os vídeos mais votados passam para as próximas fases do concurso, até a premiação dos melhores destaques juninos da Liquajus-PE.
quarta-feira, 17 de junho de 2020
PORTFEST – MAIS UM PROJETO PEDAGÓGICO QUE DESPERTA A JUVENTUDE DA ESCOLA MANOEL BORBA
A escola, enquanto instituição não é um apêndice da sociedade, mas um pilar fundamental dentro da dinâmica de construção do cidadão e da cidadã, que no amanhã estarão ocupando postos diversos na sociedade de forma atuante e positiva.
publicação jornal portal de Tupanatinga
A escola Dr. Manoel Borba colocou a garotada
para pensar e agir cuja culminância se
deu no dia 22 de novembro do corrente ano. Estamos falando do PORTVEST, projeto
que envolveu alunos e professores na elaboração de peças faladas e cantadas,
além da organização de stands para a exposição do material produzido pelos
próprios estudantes. A equipe do JPT
esteve in loco e conversou com alguns estudantes e parte da equipe docente e da
gestão da escola, além de registrar algumas imagens bacanas. A Diretora Vanusa
Macário disse que “através desse projeto e de outros que estão na agenda de
eventos da escola busca estimular os alunos e alunas através de atividades
desse porte, o qual vai além da sala de aula envolvendo a comunidade escolar
como um todo. Mesmo assim, os desafios são constantes, pois o tempo e a disponibilidade
dos professores e professoras para a realização da atividade pedagógica, muitas
vezes é complicado, pois nem todos estão disponíveis uma vez que atuam em
outras instituições”.
A equipe de professoras da área de língua
portuguesa, Alane Gomes, Aldirene
Magalhães, Gracilane Brás, Gilvânia Martins, Eliane Ferro, Edilene Silva,
Daniele Rosa, Gislene Maria e Thainá Oliveira, além de outros profissionais
da escola, foram responsáveis pela realização do projeto, enquanto fomentadores
e orientadores junto ao alunado. Mas, também, os membros da comunidade discente
deram sua ótica sobre o evento, do qual participara ativamente. Deram os
seguintes depoimentos: Thaeme dos Santos
(6° E), 12 anos, afirmou que esse tipo de atividade é muito importante para
o conhecimento dos estudantes, além de ser bom para a cidade, onde muita gente
vem visitar o evento para conhecer os trabalhos”. Maria Mayara (7° A), 13 anos, disse que tanto os alunos, quanto os
visitantes aprendem com os trabalhos expostos e apresentados pelos alunos. Vitória Ranielly (8º B), 13 anos, disse
que é muito importante conhecer os autores e suas fábulas. “As fábulas nos
ensinam que nem tudo tem um final feliz”, ponderou. Jane Beserra (9° E), 15 anos, disse que através dos trabalhos ali
apresentados é possível mostrar o que os alunos aprenderam, além de sair da
rotina da sala de aula, além de despertar nas pessoas que visitam a exposição,
a curiosidade e admiração sobre os trabalhos ali expostos. A equipe do JPT presenciou a chegada de inúmeros
visitantes da cidade de Tupanatinga, como também da cidade de Itaíba. Os alunos
e alunas apresentaram seus trabalhos demonstrando comprometimento e
participação.
A escola se notabiliza por seu cuidado com a
participação dos alunos, entre pré-adolescentes e adolescentes, demonstrando
que o fazer pedagógico não se restringe ao espaço da sala de aula e que a
escola precisa envolver a comunidade extraescolar, parte fundamental dentro do
processo de escolarização e de formação cidadã. A escola, enquanto instituição
não é um apêndice da sociedade, mas um pilar fundamental dentro da dinâmica de
construção do cidadão e da cidadã, que no amanhã estarão ocupando postos
diversos na sociedade de forma atuante e positiva. Parabéns Escola Dr. Manoel Borba!sexta-feira, 12 de junho de 2020
EDUCADORA, DIRETORA, SECRETÁRIA...DE MÃO CHEIA!
Falar ou ouvir assuntos
desagradáveis nos entristecem, mas falar da grandeza de coração de alguém é
prazeroso. E desta pessoa com certeza vale a pena.
por Maria José Pereira(Dona Zezé)
fotos Acervo da homenageada
Maria Helena Cursino de Melo (Leninha,
dona Leninha), filha de José Cursino de Melo (S. Zuquinha) e de dona Carlinda
Ramos de Melo, nasceu em uma família tradicional deste município, na época
distrito, aqui viveu sua infância junto aos seus 13 irmãos.Na adolescência, a jovem partiu para a cidade de Arcoverde onde concluiu o curso ginasial e o Magistério no Colégio Imaculada Conceição. Ao retornar a terra natal passou a lecionar. Nesta época, o Distrito já havia se tornado cidade, trabalhava na Prefeitura como secretária de Finanças na gestão do saudoso prefeito Sr. Jaime de Melo Galvão.
Esteve por vários anos à frente da querida
Escola José Emilio de Melo com quem tive a honra de conviver na esfera
educacional junto às colegas, as quais, assim como eu, a admirávamos como
diretora, amiga e conselheira. Escola de pequeno porte na época, mas
aconchegante na qual a convivência de longas datas era num clima de respeito,
amizade, compreensão e responsabilidade do compromisso assumido. Primeiramente
Deus, mas ela contribuiu bastante na formação de caráter dos filhos daquelas
mães que davam ouvidos aos seus conselhos, quando por ocasião das palestras nos
ciclos de Pais e Mestres.
Digo isso com propriedade.
Nunca descuidou de aprimorar seus
conhecimentos e fez o curso de Matemática na faculdade de Arcoverde. Foi uma
eximia professora, saindo do âmbito educacional trabalhou em algumas
secretarias da Prefeitura nos governos dos Senhores Prefeitos: José Cordeiro
Feitosa, Manoel Ferreira dos Santos e Manoel Tomé, além de trabalhar, também,
na Câmara Municipal. Ocupou por alguns anos um cargo estadual ligado as obras
contra a seca no governo do ex-governador Miguel Arraes de Alencar. Trabalhou
intensa e incansavelmente a vida profissional, porem nunca deixou de lado os
compromissos que cada cristão deve ter para com Deus. Participa ativamente nas
diversas atividades da Igreja Católica, levando a palavra de Deus e deixando
mensagens de que ajudam na reflexão para uma transformação de vida interior das
pessoas.
Nunca descuidou de aprimorar seus
conhecimentos e fez o curso de Matemática na faculdade de Arcoverde. Foi uma
eximia professora, saindo do âmbito educacional trabalhou em algumas
secretarias da Prefeitura nos governos dos Senhores Prefeitos: José Cordeiro
Feitosa, Manoel Ferreira dos Santos e Manoel Tomé, além de trabalhar, também,
na Câmara Municipal. Ocupou por alguns anos um cargo estadual ligado as obras
contra a seca no governo do ex-governador Miguel Arraes de Alencar. Trabalhou
intensa e incansavelmente a vida profissional, porem nunca deixou de lado os
compromissos que cada cristão deve ter para com Deus. Participa ativamente nas
diversas atividades da Igreja Católica, levando a palavra de Deus e deixando
mensagens de que ajudam na reflexão para uma transformação de vida interior das
pessoas.
Criatura de boa índole, em cada campo de
ação, seja profissional ou religioso, por onde passa fez e faz amizade.
Competência é o que nuca lhe faltou e junto a este predicativo, seu lema
continua sendo: Responsabilidade, Seriedade e Solidariedade. Por isso que afirmo: Foi agradável fazer esta
pequena biografia dedicada a uma pessoa de tão grande envergadura.
Valeu,
amiga, por ter contribuído e estar contribuindo para o desenvolvimento
sociocultural e religioso do nosso povo.
quinta-feira, 11 de junho de 2020
Tempos Estranhos
por Edezilton
Os professores da Universidade de Harvard Steven Levitsky e Daniel Ziblatt escreveram o livro “Como as Democracias Morrem” onde cunham a ideia de que são as polarizações que matam as democracias.
Todos os golpes no Brasil se valeram de polarizações para se
concretizarem. A polarização tem inicio com o ato de eleger um inimigo
imaginário ou real, não importa. Porque
não há ditadura sem um inimigo. No golpe cívico-militar de 64 o inimigo eleito
foi o comunismo, no golpe de 2016 o inimigo eleito foi a corrupção. Atualmente a ultradireita que ocupa o poder
elegeu como inimigo imaginário, como em 64, o comunismo. Cria-se uma polarização do bem contra o mal,
onde a verdade é distorcida e a massa do povo pouco politizada é enganada e
conduzida. A polarização inibe o pensar crítico.
Não podemos afirmar que vivemos numa ditadura, pois o governo que aí
está foi eleito democraticamente, embora recorrendo a fake News, demagogia
religiosa, falso moralismo, táticas do engodo, negação da história etc. Mas se
fizermos uma análise das declarações e comportamentos é como se vivêssemos numa
ditadura: a defesa da ideia de escola sem partido, perseguição às minorias e
aos que pensam diferente que fizeram sair do país pessoas como a filosofa
Márcia Tiburi, o deputado Jean Willis, e a destruição que se quer fazer do
legado de Paulo Freire, etc. Ou seja, a ditadura está posta, ainda que no nível
do imaginário dos pretensos ditadores.
Recentemente a Folha de São Paulo publicou um editorial que chamou de
“fantasia de imperador” em que considera que o governo Jair Bolsonaro “combina
leviandade e autoritarismo”. Referindo-se a Bolsonaro escreveu: “será preciso
então que as regras do Estado democrático de Direito lhe sejam impingidas de
fora para dentro, como os limites que se dão a uma criança”.
A polarização, nos tempos de hoje, com a redes sociais e perfis fakes
se alastra com muito mais rapidez e aumenta o poder de destruição. Colabora
para isso a grande mídia que forma a opinião de massa conforme interesse da
elite do atraso e o poder de voto que as igrejas evangélicas mal-intencionadas
têm. Ou seja, temos, no Brasil, todos os ingredientes para que o povo seja
manipulado conforme os interesses do mercado e das elites.
Não há mais a necessidade dos Estados Unidos invadirem países inimigos
para fazer guerra armada, sempre com objetivo de se apoderarem das reservas de
petróleo como sempre fizeram. A guerra agora recebe o nome de “guerra híbrida”,
a ditadura agora é eleita pelo voto popular. Na guerra híbrida se utilizam da
polarização, do poder que tem a mídia de formular o pensamento das massas.
Elegem para presidente o governo propício a entregar as riquezas nacionais ao
capital estrangeiro. E se precisa
destruir um opositor a mídia (Rede Globo de Televisão) e parte do judiciário
utilizam o “lawfare”, agem conjuntamente: a mídia destrói a reputação e a
justiça condena e prende o opositor, caso de Lula.
Esses tempos estranhos representam atraso educacional pela negação da
história, das ciências e destruição da autonomia dos países vítimas. No caso do Brasil a entrega do pré-sal
significa a destruição do nosso futuro, uma vez que tinha sido definido que os
recursos do pré-sal seriam direcionados para educação e saúde.
Foi Nelson Rodrigues que disse “que os idiotas vão tomar conta do
mundo; não pela capacidade, mas pela quantidade. Eles são muitos”. Esse tempo
chegou.
Por Edezilton Martins
Santa Teresa de Calcutá: mais que uma Santa, um exemplo de humanidade
por Vanusa Lima
Estava buscando inspiração para escrever um texto quando de repente vi uma reportagem sobre a Madre Teresa de Calcutá, hoje, Santa Teresa de Calcutá. Fiquei encantada não apenas pela pessoa que ela foi, mas, com o seu legado que perdura por quase duas décadas após sua morte.
Mas, o que pode chamar tanto a atenção de
alguém assim? O que a Madre, hoje Santa, fez de tão especial para merecer uma
reflexão a respeito? Bem, eu explico. Gostaria que essa não fosse uma exceção
da humanidade, mas, pelo o que vemos diariamente, principalmente nos
telejornais, torna-se cada vez mais certo que a nossa humanidade se distancia
do que poderíamos chamar de humanismo.
As pessoas estão perdendo o respeito umas pelas
outras, e não basta ser um desconhecido. Sim, porque antes a nossa desculpa
para ignorar o próximo era “Não o conheço” “Não sei se é confiável” “É um
estranho”. Verdade seja dita, isso não passa de murmúrios de quem quer se
esconder atrás de desculpas mesquinhas.
Acaso a Madre ignorou os pobres e desconhecidos
que a ela buscavam? Não, pelo contrário. Não foram eles a procurarem pela
Madre, e sim, ela que os procurou. Uma freira singela, de estatura baixa, corpo
franzino e rosto carregado de hibridismo sentimental, onde as perturbações
mundanas contrastavam diariamente com a sua devoção ao seu Cristo Senhor e a
sua crença ao próximo.
Quando fora para as Índias, tinha uma missão:
dar aulas para meninas ricas. Mas, isso a incomodava e ela sentia que não
estava no lugar certo, que algo precisava ser feito e não era ali, junto daquelas
garotas que desfrutavam de uma vida cheia de luxo e conforto. Então, certo dia,
durante uma viagem de trem, ela ouviu uma clemência e entendeu como sendo a voz
de Deus falando consigo: “tenho sede”, foi o que ela escutou.
Não tardou, e aquela freira, tão pequenina em
tamanho, entretanto de uma gigantesca sabedoria e bondade, aportou na cidade de
Calcutá, e, num dos bairros mais pobres da cidade, em meio às vielas sujas e
rodeadas por animais soltos, e lixo por todos os lados, convenceu os pais de
algumas crianças de que elas precisavam estudar, e ali mesmo, no meio da rua,
onde o céu era o teto e o chão era o quadro negro, ensinou geografia e inglês.
E foi com esse desejo por uma humanidade melhor
que vi naquela mulher, um exemplo de humanismo, de carinho e respeito ao
próximo. Que bom seria se praticássemos um terço do que ela ensinou e praticou.
Mas ao contrário disso, o que vemos são pessoas cada vez mais longes umas das
outras, seres humanos vivendo em “mundos fechados”, insociáveis,
incomunicáveis. Onde os manifestos aparecem vez ou outra por conta de grandes
tragédias ou manifestações político-partidárias, mas a prática do “fazer o bem
sem olhar a quem”, está tornando-se escasso, não se olha mais para uma pessoa e
tenta enxergar suas qualidades, seu caráter, e sim, o quanto ela vale em
“real”. Tem dinheiro? É famoso? É rico? É influenciável? Então tudo bem, porque
são esses os valores que a humanidade está correndo atrás. É honesto? Justo?
Leal? Não se importa com fama e sim com o bem estar de teu próximo? Parabéns,
porque muito provavelmente você é uma espécie em extinção.
Mas, são essas pessoas com qualidades à beira
de um colapso “desumano” que fazem com que eu ainda acredite que o ser humano
não está perdido, e que a esperança continuará sendo a última a morrer, desta
forma, vou continuar acreditando que a Madre Teresa, hoje Santa Teresa de
Calcutá, não foi a última ser vivente que passou por nossas vidas ensinando que
amor e respeito são princípios básicos para se tratar dignamente ao nosso
próximo. E que independente das condições em que vivamos, merecemos o respeito
de todos, porque somos seres humanos e isso por si só, já é o bastante, mas
ainda assim, não nos esqueçamos de praticar o que um dia nos foi ensinado,
afinal de contas, não sabemos como estaremos no amanhã. Se hoje somos a Mao
estendida, noutro momento poderemos ser a que está recolhida e vice-versa.
Pensemos nisso antes de “não fazermos” algo pelo nosso semelhante.
Vanusa Lima
Jornalista 4760/PE
quarta-feira, 10 de junho de 2020
FREVO NO CARNAVAL
![]() |
| Passistas de frevo no carnaval de Olinda Reginaldo Texeira/VEJA |
É a identidade cultural de um povo. Símbolo de estima e valor para pernambucanos e brasileiros.
Samara Florêncio
Contudo, o frevo não faz a
festa apenas na capital pernambucana. Em diversas cidades do interior, as
orquestras ou fanfarras animam as multidões nos eventos. Mesmo bandas que não
são reconhecidas musicalmente com o ritmo, mudam seu repertório para alegrar as
pessoas nessa época do ano.
Em uma
de suas músicas, ele canta:
“Alô!
Voltei, Recife
Foi a saudade
Que me trouxe pelo
braço
Quero ver novamente
Vassoura
Na rua abafando
Tomar umas e outras
E cair no passo...”
A canção expressa a saudade
que Recife deixa naqueles que a visitam no Carnaval. Ao som desta melodia, mais
de 3 milhões de foliões sobem e descem as ladeiras de Olinda e ruas de Recife
atrás dos trios elétricos.Elba Ramalho é outra figura importante para o
carnaval pernambucano, embora não seja filha da terra, sempre participa dos festejos.
Em meados de 1970, surgiu o
Galo da Madrugada, sem grandes pretensões fez renascer o tradicional e criativo
carnaval de rua de Recife, então ameaçado pelos clubes que limitava o fazer da
folia. O bloco cresceu e se tornou o maior do mundo. Anualmente arrasta milhões
de pessoas no amanhecer do sábado de Zé Pereira abrindo as festas. Como já
dizia Alceu Valença: “Carnaval começa com o galo da madrugada”
Imagem do Galo da Madrugada/Foto: Rafael Furtado/Folha de Pernambuco
. Para pular o carnaval em Recife, é
preciso ter muito fôlego e disposição. Dançar frevo exige animação e alegria
para ferver até a quarta-feira de cinzas. Embora o Carnaval acabe, o frevo
continua vivo para os pernambucanos e brasileiros. É um símbolo artístico que
contribui para o enriquecimento cultural do Brasil.
A arte é um dos melhores veículos para se
transmitir uma cultura e o frevo é a viva representação dessa ideia. Tal
tradição permeia pelo Brasil há 113 anos. Frevo é história, arte e vida. É a
identidade cultural de um povo. Símbolo de estima e valor para pernambucanos e
brasileiros.
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